Quando a tecnologia, mais especificamente o computador, começou a chegar nas escolas públicas, um pouco antes dos anos 90, já havia metodologias de uso baseadas em princípios construcionistas que nortearam o trabalho por projeto nos laboratórios de informática das escolas. No trabalho por projeto com tecnologia, a professora Léa Fagundes foi criadora de uma proposta metodológica de projetos desenvolvidos com alunos usando os recursos computacionais. Esta proposta deu origem ao Projeto Amora no Colégio de Aplicação da URGS, o qual iniciou-se em 1996, juntamente com uma equipe de educadores e pesquisadores da universidade que atuam até os dias atuais.O Projeto Amora desenvolve-se em uma estrutura diferenciada da escola pública regular, tanto na organização tempo/espaço escolar como no papel do professor, o que favorece a concretização dos princípios construtivistas aliadas às ideias de Papert envolvendo o uso do computador e se constitui como referência para outras experiências.
Conheça mais as ideias de Papert assistindo o vídeo em que ele e Paulo Freire dialogam sobre a escola, aprendizagem, tecnologia, cultura e conhecimento.