Nos estudos sobre as Redes Sociais, chama atenção também a ideia de que as pessoas ali buscam “capital social”. A noção de capital social “poderia ser entendida como: a capacidade de interação dos indivíduos, seu potencial para interagir com os que estão a sua volta, com seus parentes, amigos, colegas de trabalho, mas também com os que estão distantes e que podem ser acessados remotamente. Capital social significaria aqui a capacidade de os indivíduos produzirem suas próprias redes, suas comunidades pessoais. Na sociedade atual, parece que tudo pode ser analisado na perspectiva de valor econômico agregado, inclusive a quantidade de relações de uma pessoa. Ora, as relações sociais passam a ser percebidas como um ‘capital’ justamente quando o processo de crescimento econômico passa a ser determinado não apenas pelo capital natural (recursos naturais), produzido (infraestrutura e bens de consumo) e pelo financeiro. Além desses, seria ainda preciso determinar o modo como os atores econômicos interagem e se organizam para gerar crescimento e desenvolvimento. A compreensão dessas interações passa a ser considerada como riqueza a ser explorada, capitalizada.” (COSTA, 2005, p. 239). Dessa forma, além da busca de popularidade e prestígio no sentido afetivo, percebe-se que muitas pessoas buscam nas Redes Sociais contatos que possam ser úteis para promoção pessoal e/ou de determinados produtos e serviços. Assim, observa-se também a criação de perfis institucionais, inclusive de escolas. Veja o exemplo. Saiba mais! - Olhar Digital Saiba mais! - REDES SOCIAIS NEWS
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Exemplo |
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