Em 1963, Anísio Teixeira indicava sinais de esgotamento do modelo unitário de currículo e preconizava um novo papel do professor. Ele dizia:
O mestre de amanhã lembrará muito mais o bibliotecário apaixonado pela sua biblioteca, o conservador de museu apaixonado pelo seu museu e, no sentido mais moderno, o escritor de rádio, de cinema ou de televisão apaixonado pelos seus assuntos, o planejador de exposições científicas, do que o antigo mestre-escola a repetir nas classes um saber já superado.
Mais informações podem ser obtidas:
TEIXEIRA, Anísio. Mestres de amanhã. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, vol. 40, nº 92, out./dez., 1963, p.10-19.
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